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A mostrar mensagens de março, 2026

A Minha Cabeça — Em Formato Texto

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Quem lê o meu blog — e, pelas estatísticas, sei que tenho leitores assíduos, mesmo que não se manifestem — já deve ter reparado nisto: não há uma linha editorial clara, não existe uma temática única e limpa. Tão depressa faço uma crítica a um livro, filme ou série, como falo de uma corrida de touros a que fui. Ora falo dos carrinhos de supermercado mal arrumados que me incomodam seriamente, no post a seguir estou a falar da guerra mundial que se está a instalar e algures pelo meio falo do paganismo ou de histórias caricatas em viagens de elevador. No meio de todo este caos, senti a necessidade de me explicar — que, ironicamente, só acrescenta mais confusão ao caos, passo a redundância. Alguns de vós podem estar a perguntar-se: "se não tens nenhum tema nem linha editorial limpa, porque raio começaste a escrever um blog?". É uma pergunta perfeitamente legítima, e vou tentar responder. Quem me conhece, sabe que eu sou o caos em pessoa. Nunca fui uma pessoa organ...

Um triângulo amoroso... e uma multidão

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Ora, boa tarde, caros e fieis leitores. Hoje venho com esperança que me consigam esclarecer num assunto.  Estou eu muito bem no café-bar onde trabalho, com a televisão ligada nas notícias (que ninguém vê, mas toda a gente pede) e eis que aparece uma notícia, no meio de toda a enxurrada de desgraças a acontecer por esse mundo fora, que me deixou, no mínimo, confusa.  Ao que parece, um concorrente de um reality show tinha uma namorada cá fora, e envolveu-se com outra concorrente do mesmo reality show. Tanto quanto percebi, os factos são estes (corrijam-me se estou errada).  Deixem-me frisar uma coisa: eu entendo que uma traição, principalmente quando é captada em HD para toda a gente ver, gere revolta.  Eu entendo que pessoas que tenham passado por experiências semelhantes tenham tendência a criar um laço de empatia com quem é traído, mesmo que não conheçam pessoalmente a pessoa.  Até aqui, tudo certo.  Mas devo confessar que perdi a parte em que ...

Histórias de elevador... porque não pode ser tudo sério

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Numa tentativa de aligeirar o clima por aqui, decidi contar algumas histórias caricatas que já me aconteceram nas minhas viagens diárias de elevador.  Para contexto, vivo num 3° andar num prédio com elevador, portanto, sempre que saio ou entro em casa, uso o elevador, a menos que haja algo que me impeça - uma avaria, por exemplo - ou que simplesmente me apeteça ir pelas escadas.  Um belo dia, quando estava a regressar a casa, encontrei-me com uma vizinha no hall de entrada do prédio, trocámos dois dedos de conversa enquanto esperávamos pelo elevador, e quando a porta se abriu, entrámos, cada uma carregou no botão correspondente ao seu andar e esperámos que a porta se fechasse.  O que sucede, é que o sensor da porta deve estar com algum problema, e por vezes a porta não tranca à primeira, fica ainda um tempo a abrir e a fechar constantemente até o sensor assumir que é para fechar a porta.  Neste dia em específico, não havia meio da porta fechar; até vascul...